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CPFL moderniza sua jornada de dados com arquitetura em nuvem projetada pela Aiyra

Modernização da Jornada de Dados · Arquitetura em Nuvem
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CPFL EnergiaCPFL Energia · Centro de Monitoramento de Ativos (CMA)
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CPFL Energia
// Resultados em números
01 / 03
Resultado-chave
-63%
no tempo médio de processamento de ingestão e transformação
02 / 03
Escala alcançada
100%
das cargas manuais substituídas por pipelines automatizados
03 / 03
Impacto gerado
CI/CD
ciclo completo validado em ambiente Azure, com escalabilidade linear

Um dos maiores grupos privados do setor elétrico da América Latina validou, em PoC, uma arquitetura moderna de dados em nuvem com Azure, Databricks e Power BI no Centro de Monitoramento de Ativos.

// Contexto

O desafio

A CPFL Energia, um dos maiores grupos privados do setor elétrico da América Latina, iniciou uma jornada de modernização de seus ambientes analíticos com o objetivo de aprimorar o tratamento, a governança e o consumo de dados corporativos. O desafio principal era validar, técnica e financeiramente, a adoção de uma arquitetura moderna de dados em nuvem, capaz de oferecer escalabilidade, segurança, processamento distribuído e automação ponta a ponta.

O ambiente do CMA (Centro de Monitoramento de Ativos) apresentava desafios comuns a ecossistemas de dados maduros, porém fragmentados:

  • Baixa padronização de fluxos de ingestão e transformação, com processos manuais
  • Múltiplas origens e formatos de dados, dificultando integração e rastreabilidade
  • Infraestrutura on-premise de alto custo e baixa escalabilidade
  • Dificuldade para garantir governança e versionamento das pipelines
  • Tempo de resposta elevado entre a coleta de dados e a geração de insights

O desafio da Aiyra foi comprovar tecnicamente que uma arquitetura moderna e automatizada, estruturada em camadas (Bronze, Prata, Ouro), poderia substituir e otimizar os processos atuais, garantindo confiabilidade e ganho de eficiência.

// Abordagem

A solução

A Aiyra Engenharia de Dados foi responsável pela concepção e implementação da Prova de Conceito (PoC), desenvolvida com base em princípios de DataOps e MLOps, priorizando automação, modularidade e governança.

Principais componentes técnicos

  • Infraestrutura em Microsoft Azure, utilizando Azure Data Lake Storage (ADLS) para camadas de dados
  • Azure Databricks como motor principal de processamento distribuído
  • Pipelines automatizados com orquestração via Azure Data Factory e integração com GitHub Actions para CI/CD
  • Controle de versionamento e monitoramento contínuo de pipelines e notebooks
  • Integração com Power BI para visualização de dashboards e relatórios interativos
  • Governança de dados desde a ingestão, com metadados e catalogação centralizada
  • Modelagem em camadas (Bronze, Silver e Gold), garantindo rastreabilidade e reprocessamento controlado

Automação e observabilidade

  • Pipelines parametrizadas, facilitando a replicação de fluxos
  • Monitoramento automático de jobs e notificações de falhas
  • Ambientes isolados de desenvolvimento e homologação
  • Boas práticas de engenharia de software aplicadas à engenharia de dados (testes, modularização, logs e rollback)

Impacto e próximos passos

A PoC estabeleceu a base tecnológica para a continuidade da jornada de dados corporativa da CPFL, apoiando a implantação futura de modelos de machine learning, a consolidação de um ambiente unificado de analytics e a adoção progressiva de boas práticas de DataOps e MLOps.

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